Tenho tentado entender o porque dessa minha reação, o porque dessas vontades, essa confussão. Tirei esses ultimos dias pra isso, pra ouvir meu coração, encontrar uma razão, encontrar uma resposta pra toda essa inquietação. E quero encontrá-la sozinha. Sem ajuda nem opnião.
Preciso de um tempo pra definição das coisas, preciso de um tempo pra colocar as idéias no lugar. E talvez já seja tarde pra esse 'tempo'.
É uma coisa atrás da outra, sem um minuto pra respirar, é muito pra mim.
Acontecimentos imprevistos, sentimentos inéditos.
Uma flor querendo nascer bem no meio de um campo de batalhas.
Não sei se impeço, ou se rego. Deixo-a!
Preciso entrar em sintonia comigo mesma, preciso entender o que é isso que estou sentindo, o porque disso, e o que fazer com isso. E preciso já! Agora.
Quero saber o que eu quero. Se é realmente isso ou aquilo.
Saber o porque que certas coisas - relacionadas a voce - me atingem de tal forma que me ponham em desespero.
Sabe... em algum momento do caminhu as coisas começaram a se misturar, mesclar, confundir. Lentamente, discretamente. Rodiando, andando pelas bordas, pela beira do possível, silenciosamente na ponta dos pés.
E comodamente deixamos que isso ocorresse.
Deixei, sem percepção do depois, sem malícia, sem necessitar nem pedir nada a mais, satisfeita com o presente. E ainda assim, consciente dos riscos, deixei mais e mais.
E agora sinto esses riscos tão próximos de mim, que pareço respirá-los. Tão próximos que não me deixam agir, questionam-me o tempo todo!
Será que estou enganada?
Será que fui enganada?
Por quem? você ou eu mesma?
Mais uma coisa que não sei.
E ainda há a possibilidade de tudo isso não ser o que parece ser. Isso me apavora.
Do que sei?
: Não quero te ver longe de mim.
t.l.g.
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