13.1.11


Abri a porta pra você entrar
Troquei sorrisos com o seu olhar
Que olhava o meu, querendo o seu, mais perto... ♪


(Lorena Chaves)

7.1.11

Simples assim.

Do que sei? Estou vivendo! Do resto nem me pergunte!




Há certos dias que a mente não vence tantos pensamentos meus,
começam transbordar e aí tenho que segurá-los depressa,
para que não caiam no chão e façam barulho.

Dias que eu mesma consigo me deixar louca.
Surto! Entro num estado elevado de insegurança e medo.
Depois tento achar o porque... e se acho, questiono o porque desse porquê!
Louca!

Depois o que pensei já começa a se decompor...
Em minutos, horas ou dias.

E aí vem a ordem: Simplifique! 

Para que procurar respostas antes do tempo? 
Apenas viva, e deixe viver!
O que vier depois, agente resolve depois!

Mas só chego nesse estado "simples", depois do estado "pâni"!

t.l.g.

4.1.11

Pâni.


Por um minuto, aquilo que acredito ser certo, me pareceu errado!
Coração bateu sufocado, medo de estar errando,
medo de mais tarde eu mesma acabar estragando tudo.
Medo de ter permitido que meus pés subissem degraus demais.
Uma sensação estranha me invadiu por completa,
mãos no peito, pra lá e pra cá, lentamente, como se quisesse amenizar aquele peso...
"Porque estou assim?! Porquê?"

Minha mente começou a recalcular tudo, a reanalisar os fatos e os meus princípios...
Alívio... pouco, mas ainda sim alívio! Aí vem o de sempre:

Errante sou eu, de sempre querer saber o que virá depois,
e as vezes ter medo de ter que viver para descobrir o que será.
Pois esse é o único jeito de ter certeza.


Errante sou, em deixar que pensamentos avulsos abalem idéias concretas.
Errante! Sigo errando, recalculando, concertando, reprogramando.

t.l.g.