4.1.11

Pâni.


Por um minuto, aquilo que acredito ser certo, me pareceu errado!
Coração bateu sufocado, medo de estar errando,
medo de mais tarde eu mesma acabar estragando tudo.
Medo de ter permitido que meus pés subissem degraus demais.
Uma sensação estranha me invadiu por completa,
mãos no peito, pra lá e pra cá, lentamente, como se quisesse amenizar aquele peso...
"Porque estou assim?! Porquê?"

Minha mente começou a recalcular tudo, a reanalisar os fatos e os meus princípios...
Alívio... pouco, mas ainda sim alívio! Aí vem o de sempre:

Errante sou eu, de sempre querer saber o que virá depois,
e as vezes ter medo de ter que viver para descobrir o que será.
Pois esse é o único jeito de ter certeza.


Errante sou, em deixar que pensamentos avulsos abalem idéias concretas.
Errante! Sigo errando, recalculando, concertando, reprogramando.

t.l.g.

Nenhum comentário:

Postar um comentário