Você se tornou um reflexo para meus atos, sua respiração é a
minha, seus batimentos palpitam dentro do meu peito, seus atos e suas palavras
ditam meu estado de espírito e meu sorriso só é feliz junto do seu, nada mais
tem sentido depois de você. Sua voz é a única que quero ouvir, sua pele a única
que quero sentir, seus olhos os únicos que quero olhar, e olhar de novo, e
passar horas, semanas, meses, minha vida inteira olhando...
Meus atos tornaram-se totalmente dependentes dos seus!
Meus dias sem você são sem cor, e quando está longe me sinto deficiente, como
alguém que não possui as duas pernas... sinto-me tão incompleta.
E mesmo que isso pareça clichê, é a coisa mais séria que já
escrevi na vida. E de pensar nisso tudo, o medo indiscretamente domina o que sou.
Mal consigo enxergar essa tela do Word com toda essa água salgada ofuscando minha visão.
Não sei definir até que ponto isso é bom, a partir de que ponto tornar-se ruim, ou não se torna?!
Mal consigo enxergar essa tela do Word com toda essa água salgada ofuscando minha visão.
Não sei definir até que ponto isso é bom, a partir de que ponto tornar-se ruim, ou não se torna?!
Sei que temos um tesouro lindo, coisa rara, em extinção nos
dias de hoje, nosso amor é incomum.
Não quero e nem vou perder isso jamais, mas tenho medo de como isso cresceu e continua a crescer, do quanto tem me dominado...
Deixei de ser eu para ser somente amor?
E será que isso é tão bom como citam os poetas?
Meu emocional nunca me deixar encontrar as respostas.
Não quero e nem vou perder isso jamais, mas tenho medo de como isso cresceu e continua a crescer, do quanto tem me dominado...
Deixei de ser eu para ser somente amor?
E será que isso é tão bom como citam os poetas?
Meu emocional nunca me deixar encontrar as respostas.
t.l.g.
Nenhum comentário:
Postar um comentário