18.10.11

E a liberdade?

Ontem foi um dia tão estranho, uma avalanche de sentimentos invadiu meu coração, sentimentos desconhecidos, desconexos, mais ruim do que bons, isso é tão triste, e me deixou tão confusa...
Estou me sentindo desconhecida, que Tamara é essa? Nunca vi!

Sempre fui tão contra isso, ciúme sempre foi uma coisa que critiquei muito, apesar de ser inevitável, e sempre tive certeza dos conselhos que dei a cerda dele, mas na prática me pareceu muito diferente, pelo menos ontem.

Sempre defendi a liberdade, liberdade de ser, de sentir, de falar, se expressar, se jogar, experimentar, arriscar, liberdade de espírito, de viver de deixar viver. Sempre fui amante dela, fiel, mas hoje sinto como se estivesse traindo ela, esquecendo o quanto ela me faz bem.
O mundo é tão grande, a vida é tão bonita, o que esta acontecendo?
Estaria eu deixando de me amar primeiro, para amá-lo antes?
Não quero uma vida dessas, não quero nem possibilidades, não quero grades, correntes, nem algemas, eu quero asas, leves, soltas, libertas e bem abertas, fora do chão.
Sempre fui tão fã dessa palavra: liberdade... Preciso que ela viva em mim como antes... Despreocupada, confiante!

Vou mudar isso, a partir de hoje, por nós, e acima de tudo por mim.
Minhas metamorfoses são outras, a liberdade sempre foi meu prazer constante, não quero perdê-la, não quero perder a antiga essência, não quero me perder de mim, de você, de nós.


t.l.g.

Voe por todo mar e volte aqui...

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